Olá leitores pensativos,
Seja bem-vindo ao nosso espaço de opiniões sinceras
e nada convencionais! Hoje trago a vocês a resenha de uma
obra que fechou meu 2025 e abriu meu 2026 com chave de ouro. Uma história que
me fez olhar para nossas raízes de um jeito que eu nunca imaginei.
Conheci a autora, Karoline Moraes, durante o FLAL 2025. Estávamos as duas nervosas para uma Live Debate, e mesmo com as pernas bambas, ela me chamou no privado para me tranquilizar. Aquele gesto altruísta me ganhou antes mesmo de eu abrir o livro. Eu já sabia: quem tem um coração assim, só pode escrever algo singular.
Se você gosta de descobrir novas formas de contar histórias, acompanhe meu parecer sincero sobre essa leitura. E não esqueça de conferir nosso cantinho literário para mais descobertas:
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Agora, vamos mergulhar nas águas do Iguaçu! 👇
Biografia da autora
Sou Karoline Moraes, escritora de romances contemporâneos com pitadas de ficção histórica. Meu livro de estreia, Entre as Águas do Iguaçu: O Amor Proibido de Naipi, conquistou leitores com sua narrativa envolvente, e agora escrevo Entre as Águas do Iguaçu: Dois Amores de Kaimana, uma história independente ambientada no mesmo universo do primeiro livro.
Ao longo da minha trajetória, já participei de eventos literários
independentes, como o lançamento no Shopping City Sumaré, que reuniu mais
de 15 leitores, e um encontro no Café Conceito dentro do mesmo shopping,
onde pude bater um papo descontraído sobre livros com os leitores. Também
compartilhei minha experiência literária no podcast A Folha de Sumaré e
participo de eventos como a FLAL e a Primeira Feira de Nova Odessa, que
aconteceu em 5 de outubro de 2025.
A sinopse oficial do livro
"Entre as Águas do Iguaçu: O Amor Proibido de Naipi"
Nas profundezas da exuberante selva paranaense, onde as águas selvagens das Cataratas do Iguaçu correm com força e beleza indomáveis, surge uma lenda que atravessa os séculos. Esta é a história de Naipi, a filha graciosa de um cacique guerreiro, e Tarobá, um jovem guerreiro destemido. Unidos pelo amor, mas separados pelo destino, eles enfrentam desafios que ecoam pelas águas e rochas das majestosas quedas d’água.
“Entre as Águas do Iguaçu: O Amor Proibido de Naipi” é um romance
inspirado pela riqueza da cultura indígena e pela majestade natural das
Cataratas do Iguaçu. Com cenários deslumbrantes e personagens vibrantes,
esta obra não só transporta o leitor para uma jornada de paixão e
sacrifício, mas também celebra a tradição e a história de uma terra
moldada pela força da natureza. Deixe-se levar pelas correntezas deste
amor que desafia o destino e explore as profundezas de um conto
inesquecível.
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🎆 Expectativa
Confesso, aqui na rede internacional de computadores: desde pequena quando ouvia sobre folclore ou tema indígena, eu "torcia meu nariz"! Mas, assim como estou ressignificando minha vida pessoal (quem leu o post 33 Primaveras sabe), mudei meus hábitos de consumo.2025/26 é um novo marco.
Me sinto mais próxima do nosso folclore e das crônicas nortistas (Luiz Felipe Amil é o próximo!). Percebi, depois de adulta, que está tudo bem mudar de gosto e aprender coisas novas. Aquele pensamento de ser "eternamente devotada" a uma coisa só caiu por terra. Foi como tirar uma venda dos olhos.
... Nossa, desabafei agora. Voltando à resenha!
👣 Primeiras Impressões
A narrativa é acessível, sem aquelas palavras difíceis ou nuances indecifráveis, mas com uma qualidade imersiva sem igual. Ver tudo pela percepção da Naipi (em primeira pessoa) foi o que me fez entender a magnitude dos acontecimentos. Talvez fosse exatamente disso que eu precisava para compreender a profundidade da nossa própria ancestralidade.🪓 Realidade
Uma história que me atingiu visceralmente torrencial. Ouso dizer que foi um belo refúgio do cotidiano — entre o barulho do carro do ovo, o calor infernal e a volta à rotina.
Cada detalhe ali tem um motivo. A gente sabe que há uns 600 anos "era tudo
mato" e silêncio (e sem o carro do ovo!), mas a Karoline te faz sentir o aroma
de uma cerimônia e ouvir o som desse silêncio. São coisas que parecem bobas, mas
que, na leitura, fazem todo o sentido do mundo!
🤔 Vale a pena ler esse livro?
Se você, assim como eu, passou anos com a "venda nos olhos" em relação ao nosso folclore, a resposta é um CLARO QUE SIM.
Vale a pena porque ele não te entrega apenas uma história; ele te entrega o frescor da mata e o calor da fogueira no meio do caos da nossa rotina moderna. Karoline Moraes conseguiu o que eu achava impossível: me fazer sentir orgulho e curiosidade pela minha própria ancestralidade, provando que mudar de gosto é, na verdade, um sinal de maturidade.
É um livro para quem quer silenciar o mundo lá fora e se permitir ser aquecido por uma narrativa que é nossa, que é rica e que é profundamente humana. Eu comecei 2026 tirando mais uma venda dos olhos e abraçando o novo. E você? Vai continuar no "mais do mesmo" ou vai mergulhar nessas águas comigo?
Minha nota final é: ★★★★★
História ★★★★★
Originalidade ★★★★★
Capa ★★★★★
Gostou da resenha? Já pensou em como a vida dos nossos ancestrais podem estar influenciando seu agora? Vamos conversar nos comentários! ☕
Chegamos ao fim desse post, mas não vai embora ainda. Que tal buscar uma xícara de café ☕ e continuar nossa conversa sobre livros?
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Obrigada pela visita e por dedicar seu tempo à leitura pensativa. Espero te ver na próxima dica ou em algum comentário por aí!
Nos vemos na próxima resenha!
Com carinho, Aline.


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