Olá leitores pensativos!
Este ano, me propus um desafio pessoal: criar um checklist das 100 coisas que me fazem feliz e transformar cada uma delas em uma reflexão sobre como esses pequenos momentos mexem comigo. Mas, como sei que nenhuma experiência é realmente única, o convite está aberto: adoraria ler nos comentários como você se sente em situações parecidas ou o que este texto despertou em você.
O post de hoje é sobre a vida que cresce em mim. Sim! Estou grávida! É como um post e anúncio ao mesmo tempo para meus leitores (já que vou precisar ficar ausente por um tempo). Não queria que fosse um espetáculo (até porque não pretendo postar nas redes sociais, penso que não sou famosa e não tenho motivos para tal), e também não quero que o foco do blog mude, apenas quero contar para os meus leitores de uma forma diferente. Estou gostando dessa experiência e confesso que nunca tive vontade de ser mãe, mas isso é pano para a manga e eu conto nessa crônica de hoje.
Caso queira me acompanhar nessa jornada, estarei atualizando este post com os links de cada descoberta:
Lista completa 100 happy day para você se inspirar!
Boa reflexão.
Ser ou não ser mãe, eis a questão
Começo esse meu texto com uma confissão: eu nunca tive o desejo de ser mãe. Cresci em um lar disfuncional ― pais separados, mãe ausente devido ao trabalho dobrado para nos sustentar, fila de padrastos; na minha visão ter filho para quê? É claro que meu maior sonho era ter minha família, mas como eu sempre dizia: como vou pensar em ter filhos se eu nem conheço o pai deles ainda? Essa era minha maior meta de vida: encontrar o amor da minha vida primeiro.
Você pode se perguntar "então você acredita em conto de fadas?" Eu disse o "amor da minha vida" e não "príncipe encantado".
Aquela pessoa que irá me amar reciprocamente, que pode até ter gostos diferentes dos meus e costumes um tanto duvidosos, mas que me respeita como pessoa e como mulher dele.
Foi difícil? Claro que foi! Passei muitos "perrengues" com os errados antes de encontrar o certo, mas a espera valeu cada segundo!
Tem sido a melhor experiência da nossas vidas e aprender algo novo todo dia já se tornou rotina. Estamos nos preparando para essa nova fase na melhor forma possível, porque aprendemos com nossas raízes que ao nos tornarmos pais, não nos tornará menos humanos.
Hoje, com essa vida crescendo aqui dentro, eu percebo que o meu "não querer" era, na verdade, um "não querer repetir". Eu não queria a ausência, o trabalho dobrado solitário, o lar instável. Eu tinha medo de que a maternidade fosse um peso, porque foi assim que eu a vi de perto.
Mas a vida, em sua ironia gentil, me mostrou que quando o alicerce é firme, a construção é diferente. Encontrar esse "amor da minha vida" me deu o que eu não tive: segurança. Sinto que agora posso ser apenas eu, e que seremos cinco (com os dogs, claro!).
Esta crônica não é sobre "mudar de ideia" como se o que eu sentia antes fosse errado. É sobre entender que a gente muda quando o cenário muda. Eu ainda sou a mesma designer apaixonada pelo meu café (mesmo que tenha me enjoado bastante no primeiro trimestre), pela minha bike (mesmo com a pausa necessária do esforço físico para o cuidado na gestação) e pelo meu blog (que mesmo ausente, programo um post aqui e ali).
A diferença é que agora, no meu checklist de 100 felicidades, o item número 37 é sentir nosso pequeno Apolo chutando enquanto tento entender esse novo "layout" da vida e escrevo para vocês.
E você? Já sentiu medo de que o seu passado definisse o seu futuro? Como você lidou com as mudanças de planos que a vida te impôs?
Olhar para trás e perceber o amadurecimento das minhas escolhas é entender que cada fase da minha vida moldou a mulher que sou hoje. Se você também acredita que nossas raízes são como um porto seguro, convido você a explorar as outras reflexões desta jornada aqui no arquivo.
Explorar o Índice da Jornada

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